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quarta-feira, 4 de novembro
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Prédio municipal deixado 90% pronto por construtora falida agora custa 60% a mais após defeitos ocultos

O prédio de 49 apartamentos do conselho distrital de Adur na Albion Street, em Southwick (West Sussex), tem agora orçamento de £19,6 milhões, contra £12,2 milhões, depois que a construtora principal quebrou com a obra cerca de 90% pronta e a substituta encontrou defeitos ocultos graves.

A Westridge Construction começou o empreendimento à beira-mar em março de 2021 e entrou em administração judicial em setembro de 2023, alegando inflação, contratos de preço fixo e falências na cadeia de fornecedores, informou a Construction News. A Cheesmur assumiu três meses depois. Segundo o conselho, os piores problemas só apareceram quando a obra recomeçou. O revestimento de fachada que a Westridge deixou defeituoso ou incompleto deixou a chuva entrar, com condensação e infiltração em vários apartamentos, e outros serviços malfeitos tiveram de ser removidos e refeitos.

A lista de defeitos continuou crescendo, e em julho de 2026 os conselheiros acrescentaram £3,2 milhões ao orçamento. Na reunião do conselho de 22 de outubro, o conselheiro Lee Cowen detalhou o cronograma, segundo a V2 Radio: andaimes em torno das vigas estruturais em novembro, retirada do revestimento de tijolos em dezembro e corte das vigas de aço em janeiro. A alvenaria nova vem em fevereiro e março, e janelas, portas e novas varandas em abril. O conselho espera entregar os apartamentos no verão de 2027.

O conselho disse à Construction News que não pode processar as subempreiteiras da Westridge por serviço defeituoso, porque seu contrato era só com a Westridge. Recuperou £997.830 por meio de um seguro-garantia contra insolvência, segundo a V2 Radio. A Westridge, que declarou faturamento de £64 milhões no ano encerrado em fevereiro de 2022, foi liquidada em outubro de 2025, e os credores sem garantia receberam 12,76 pence por libra devida. O conselho diz que faz uma revisão do caso e que o custo extra sai de sua conta habitacional exclusiva, não do imposto municipal.

Por que importa: Quando a construtora principal quebra no fim da obra, o dono herda defeitos que talvez não consiga cobrar de ninguém. Antes de assinar, peça garantias diretas das principais subempreiteiras e um seguro-garantia suficiente para concluir a obra, e faça uma vistoria antes que a substituta feche as paredes.

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