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sábado, 31 de outubro
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Negócios

CRH e Colas terão de vender usinas de asfalto em Nova York, Pensilvânia e Nova Jersey para concluir aquisições

CRH e Colas fecharam acordos com os procuradores-gerais de três estados para vender usinas de asfalto e concluir suas compras: usinas de asfalto a quente no centro de Nova Jersey, na aquisição da Arcosa pela CRH por US$ 8,5 bilhões, e quatro unidades de emulsão e conservação de pavimento em Nova York e na Pensilvânia, na compra da Suit-Kote pela Colas.

A Divisão Antitruste do Departamento de Justiça dos EUA informou em 29 de outubro que encerrou a análise dos dois negócios depois de encaminhá-los aos estados. Os investigadores federais concluíram que os problemas de concorrência se limitavam a mercados locais de asfalto e deixaram os remédios a cargo dos procuradores-gerais estaduais. A divisão disse não ter posição sobre os termos dos acordos.

A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, alega que CRH e Arcosa juntas controlariam cerca de 75% da oferta de asfalto a quente aprovado pelo NJDOT nos condados de Mercer, Hunterdon, Somerset, Middlesex e Monmouth. O acordo exige a venda de usinas, entre elas as de Flemington, South River, Hillsborough, Howell e Pennington, e só o estado aprova os compradores. O gabinete dela observou que um novo concorrente precisaria de terreno perto de uma pedreira, licenças, uma usina e aprovação do NJDOT para cada mistura. A ação e a proposta de sentença foram protocoladas na Justiça federal em 20 de outubro e aguardam homologação.

A Colas, subsidiária da francesa Bouygues, venderá a um único comprador aprovado três unidades da Suit-Kote no estado de Nova York, em Belmont, Buffalo e Jamestown, e uma unidade da Colas em Bloomsburg, na Pensilvânia. As duas empresas produzem emulsões asfálticas e fazem tratamento superficial, microrrevestimento e fresagem para o PennDOT e governos locais. Elas também se comprometeram a investir até US$ 6,5 milhões em uma fábrica de emulsão, armazenagem e equipamentos em Bloomsburg e até US$ 3,5 milhões em equipamentos em Belmont, segundo o gabinete do procurador-geral da Pensilvânia, Dave Sunday. Nova York resolveu o caso com um termo de compromisso com as empresas, e o acordo da Pensilvânia ainda depende da Justiça.

Por que importa: Empreiteiros de pavimentação e órgãos públicos no centro de Nova Jersey, no oeste e no centro de Nova York e na Pensilvânia vão comprar de novos donos em algumas usinas. Antes das licitações, descubra quem assume cada unidade vendida e se as misturas dela estão nas listas de aprovação que você usa.

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