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quinta-feira, 29 de outubro
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Dicas de obra

Colunas de portão de galpão metálico chegam 6 polegadas mais altas: como as equipes resolvem erros de encaixe em PEMB

Um empreiteiro de concreto relata que duas colunas de portão de um galpão metálico pré-engenheirado (PEMB) ficaram cerca de 6 polegadas (uns 15 cm) mais altas do que a fundação e os chumbadores permitem, e a montagem parou. As regras dos fabricantes e o processo de reclamação da MBMA definem quem corrige esse tipo de erro e quem paga.

O empreiteiro descreveu o problema no fórum r/Construction do Reddit: duas colunas já estão de pé, e a dúvida é se as equipes cortam essas colunas na obra, refazem as placas de base ou mexem no concreto, e quanto isso custa. Comece pelo dono de cada desenho. O fabricante do galpão fornece o aço e uma planta de chumbadores com as reações das colunas. A fundação é projetada por um engenheiro ou arquiteto contratado pelo construtor ou pelo proprietário. A política geral da Dean Steel Buildings, por exemplo, diz que a empresa não projeta a fundação nem responde por ela.

Por isso, meça antes de cortar. Compare as cotas do topo do concreto executado com a planta de chumbadores e depois o comprimento das colunas com os desenhos de montagem. Se o concreto bate com a planta, as 6 polegadas apontam para o aço. Se não bate, o problema está do lado da fundação.

Uma diferença desse tamanho vai além do ajuste de rotina. O Metal Building Systems Manual da MBMA, citado na política da Dean, trata pinos de montagem, calços, alargamento moderado de furos, desbaste e corte como trabalho normal de montagem, sem direito a reclamação. Pelo Code of Standard Practice da AISC, erros que exigem mudanças grandes numa peça vão direto ao proprietário e ao fabricante, para que o responsável corrija ou aprove o método. A Great Western Buildings, outra fabricante, orienta consultar o fabricante antes de alterar qualquer componente e diz que pode emitir uma carta assinada por engenheiro aprovando a correção em campo. Ela considera muito raro demolir concreto ou refazer pilares, algo quase restrito a fundações na cota ou no local errado.

O dinheiro segue a papelada. Pelo procedimento da MBMA, o construtor faz uma reclamação inicial com o erro, a correção proposta, as horas estimadas e um custo máximo. O fabricante só paga se emitir por escrito uma Authorization for Corrective Work antes do início do serviço, e a reclamação final deve sair até 10 dias após a conclusão. Mão de obra direta e materiais aprovados entram; equipamentos, supervisão, custos indiretos e lucro ficam de fora. A Dean afirma que não paga serviço iniciado sem essa autorização.

Por que importa: Antes de cortar aço ou quebrar concreto, tenha em mãos a autorização escrita do fabricante e uma solução de engenharia. Pelas regras da MBMA, o fabricante não paga correções iniciadas sem ela.

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